O Centro Cultural Banco do Brasil apresenta a mostra “Mulheres em Cena”, que acontece de 21/09 a 10/10, em São Paulo e de 21/09 a 03/10, no Rio de Janeiro. O evento, inédito no país, reunirá numa mesma programação grandes diretoras latino-americanas contemporâneas, tais como a argentina Lucrecia Martel, a peruana Claudia Llosa, a venezuela Mariana Rondón, a paraguaia Paz Encina, a chilena Marialy Rivas e as como as brasileiras Anna Muylaert, Tata Amaral, Laís Bodanzky e Lúcia Murat.

 

Com curadoria das cineastas Andrea Armentano e da argentina Sofia Torre, a Mostra “Mulheres em Cena” exibirá 18 longas de destaque internacional que ganharam importantes prêmios e reconhecimento. Entre os títulos estão JOVEM ALOUCADA de Marialy Rivas,  HAMACA PARAGUAYA de Paz Encina, POSTAIS DE LENINGRADO de Mariana Rondón, MADEINUSA de Claudia Llosa, A MULHER SEM CABEÇA de Lucrecia Martel e MÃE SÓ HÁ UMA, de Anna Muylaert.

 

Para completar a programação, a mostra também promoverá mesas de debates entre as cineastas convidadas e profissionais mulheres do audiovisual, proporcionando um diálogo aberto com o público a respeito do posicionamento da mulher no mercado audiovisual.

 

Segundo as curadoras, Andrea Armentano e Sofia Torre, o evento, além de promover um intercâmbio cultural entre os países latino-americanos, traz o cinema sob a perspectiva do olhar feminino. “As cineastas selecionadas para a mostra pertencem a mesma geração, o que proporciona um diálogo entre seus trabalhos. Seus filmes lidam com temas como a diversidade sexual, a discriminação da mulher, devoção religiosa, contextos políticos e sociais, possibilitando uma visão ampla da realidade latino-americana por parte do espectador”, observam.

 

**** Veja a Programação por dia do evento

 

21 de Setembro, quarta-feira

17h00 – Que Horas ela volta?

19h30 – Madeinusa

 

22 de Setembro, quinta-feira

17h00 – Um Céu de Estrelas

19h30 – A Mulher Sem Cabeça

 

23 de Setembro, sexta-feira

 

 

17h00 – A Memória que me contam

19h30 –  Curta-metragem: Blokes + longa  Jovem Aloucada

 

24 de Setembro, sábado

14h00 – O Pântano

16h00 – Pelo Malo

18h00 – Trago Comigo

20h00 – Mãe só há uma

 

25 de Setembro, domingo

14h00 – curta-metragem: Cartão Vermelho + longa Bicho de Sete Cabeças

16h00 – Debate: “O posicionamento da mulher latino-americana no mercado audiovisual” com Magaly Solier, Laís Bodanzky e convidada.

18h00 – Quase Dois Irmãos

 

26 de Setembro, segunda-feira

17h00 – Hamaca Paraguaya

 

28 de Setembro, quarta-feira

17h00 – Chega de Saudade

19h30 – A Teta Assustada

 

29 de Setembro, quinta-feira

17h00 – Mãe só há uma

19h30 – Postais de Leningrado

 

 

 

30 de Setembro, sexta-feira

17h00 – Quase Dois Irmãos

19h30 – Debate: “O posicionamento da mulher negra no mercado audiovisual”

com palestrantes a confirmar

 

01 de Outubro, sábado

14h00 – Chega de Saudade

16h00 – Hoje

18h00 – A Menina Santa

20h00 – Trago Comigo

 

02 de Outubro, domingo

14h00 – Curta: Blokes

                 Jovem Aloucada

16h00 – Debate: “O posicionamento da mulher latino-americana no mercado audiovisual” com Marialy Rivas, Paz Encina e convidada.

18h00 – Um Céu de Estrelas

 

03 de Outubro, segunda-feira

17h00 – Mãe só há uma

19h30 – Madeinusa

 

05 de Outubro, quarta-feira

17h00 – Que Horas Ela Volta?

19h30 – Debate: “O posicionamento da mulher latino-americana no mercado audiovisual” com Lucrecia Martel, Anna Muylaert (a confirmar) e convidada.

 

06 de Outubro, quinta-feira

17h00 – Trago Comigo

19h30 – A Menina Santa

 

07 de Outubro, sexta-feira

17h00 – Pelo Malo

19h30 – Debate: “O posicionamento da mulher latino-americana no mercado audiovisual” com Mariana Rondón, Tata Amaral e convidada.

 

08 de Outubro, sábado

14h00 – curta-metragem: Cartão Vermelho

                 Bicho de Sete Cabeças

16h00 – Hoje

18h00 – A Mulher Sem Cabeça

20h00 –  Jovem Aloucada

 

09 de Outubro, domingo

14h00 – Postais de Leningrado

16h00 – A Teta Assustada

18h00 – A Memória que me contam

 

10 de Outubro, segunda-feira

17h00 – O Pântano

19h30 – Hamaca Paraguaya

 

Serviço:

MOSTRA “MULHERES EM CENA

21 de setembro a 10 de outubro

Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo – Cinema (70 lugares) 

Rua Álvares Penteado 112, Centro – São Paulo (próximo às estações do metrô Sé e São Bento)

Telefone: (11) 3113.3651/52

Funcionamento: quarta a segunda, das 9h às 21h

Ingressos: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia)

 

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Acesso e facilidades para deficientes físicos // Ar-condicionado // Cafeteria Cafezal // Estacionamento conveniado: Estapar Estacionamentos – Rua Santo Amaro, 272 – R$ 15,00 pelo período de 5 horas. Necessário validar o ticket na bilheteria do CCBB. Transporte gratuito até as proximidades do CCBB – embarque e desembarque na Rua Santo Amaro, 272   e na  Rua da Quitanda, nas proximidades do CCBB. No trajeto de volta tem parada no metrô República.

 

 

*** Sinopses e classificação indicativa

 

A MEMÓRIA QUE ME CONTAM, de Lúcia Murat – (Brasil – 35mm, 95 min, COR, 2012, 14 anos)

A ex-guerrilheira Ana, ícone do movimento de esquerda, é o último elo entre um grupo de amigos que resistiu à ditadura militar no Brasil. Com a iminente morte da amiga, eles se reencontram na sala de espera de um hospital. Entre eles está Irene, uma diretora de cinema que sente-se perdida diante da iminente morte da amiga e que precisa ainda lidar com a inesperada prisão de Paolo, seu marido, acusado de ter matado duas pessoas em um atentado terrorista ocorrido décadas atrás na Itália.

 

A MENINA SANTA, de Lucrecia Martel – (La Niña Santa – Argentina – 35mm, 106 min, COR, 2004, 14 anos)

Em uma cidade provinciana, um grupo de adolescentes místicas se preocupam com seu papel no plano divino. Durante um congresso de otorrinolaringologia, um prestigioso médico abusa de uma das adolescentes. Seu consolidado mundo desmorona diante da missão sagrada dessa menina.

 

A MULHER SEM CABEÇA, de Lucrecia Martel – (La Mujer Sin Cabeza – Argentina – 35mm, 87 min, COR, 2008, 12 anos)

Uma mulher atropela algo desconhecido e não desce do carro para ver se foi um animal ou uma pessoa, se está ferido ou morto. A incerteza a desconecta cada vez mais da realidade que a rodeia.

 

A TETA ASSUSTADA, de Claudia Llosa – (La Teta Asustada – Peru – 35mm, 95 min, COR, 2009, 12 anos)

Fausta padece de uma doença rara conhecida nos Andes como “a teta assustada”. Segundo mitos locais, se trata de uma patologia de filhos e filhas de mulheres abusadas e maltratadas durante a gravidez.

 

BICHO DE SETE CABEÇAS, de Laís Bodanzky – (Brasil – 35mm, 84 min, COR, 2001, 14 anos)

Neto é mandado por seu pai a um hospital psiquiátrico depois de encontrar maconha em seu bolso. Dentro do hospício, ele conhece uma realidade desumana, onde os pacientes são devorados por uma instituição corrupta e cruel.

 

BLOKES, de Marialy Rivas – (Chile – blu-ray, 15 min, COR, 2010, 14 anos)

Santiago do Chile, 1986. Luchito, um rapaz de 13 anos, masturba-se ao espiar obsessivamente o vizinho de 16 anos, Manuel, pela janela do prédio em frente. Inconsciente do olhar do seu precoce voyeur, Manuel descobre a sexualidade com uma garota do bairro. A janela torna-se um mundo cinematográfico que despertará em Luchito uma curiosidade cujas repercussões são desastrosas para Manuel.

 

CHEGA DE SAUDADE, de Laís Bodanzky – (Brasil – 35mm, 95 min, COR, 2008, 12 anos)

O filme se passa num baile em um clube de dança de São Paulo. Desde quando o salão abre suas portas, pela manhã, até seu fechamento, pouco após a meia-noite, diversos personagens rodeiam o local.

 

HAMACA PARAGUAYA, de Paz Encina – (Paraguai – 35mm, 78 min, COR, 2006, Livre)

 Situado em 1935, um casal de idade de camponeses espera pelo retorno de seu filho, pela chuva e por dias melhores.

 

 

 

HOJE, de Tata Amaral – (Brasil – 35mm, 87 min, COR, 2013,12 anos)

Uma ex-ativista política recebe uma compensação financeira pelo desaparecimento do seu marido durante a ditadura militar. Durante sua mudança, um estranho visitante a obrigada a rever sua história.

 

JOVEM ALOUCADA, de Marialy Rivas – (Joven y Alocada – Chile – blu-ray, 96 min, COR, 2012, 18 anos)

A história do despertar sexual de uma adolescente bissexual, que se permite através do anonimato virtual negar as regras familiares e expressar livremente sua sexualidade encoberta por uma restrita educação evangélica.

 

 MADEINUSA, de Claudia Llosa – (Peru – 35mm, 100 min, COR, 2005, 16 anos)

Uma peculiar Semana Santa de um povoado nas montanhas do Peru. Tudo está permitido, desde a Sexta-feira Santa até o Domingo de Páscoa. Os habitantes acreditam que Deus estando morto não pode ver seus pecados.

 

MÃE SÓ HÁ UMA, de Anna Muylaert – (Brasil – blu-ray, 82 min, COR, 2016, 16 anos)

Após denúncia anônima, o adolescente Pierre é obrigado a fazer um teste de DNA. Ele descobre que foi roubado da maternidade e que a mulher que o criou não é sua mãe biológica. Após a revelação o garoto é obrigado a trocar de família, de nome, de casa, de escola, tudo isso em meio às descobertas da juventude.

 

 O PÂNTANO, de Lucrecia Martel – (La Ciénaga – Argentina – 35mm, 100 min, COR, 2001, 14 anos)

 Duas famílias, uma de classe média urbana e outra de produtores rurais em decadência, se entrecruzam no torpor provinciano de uma Salta caótica e imutável, onde nada acontece, mas tudo está a ponto de explodir.

 

 

 PELO MALO, de Mariana Rondón – (Venezuela – 35mm, 95 min, COR, 2013, 14 anos)

O cabelo de um menino de 9 anos cresce cada vez mais crespo. Preocupado em alisá-lo para a foto da escola, termina se tornando sua obsessão. O que faz sua mãe pensar em sua possível homossexualidade.

 

POSTALES DE LENINGRADO, de Mariana Rondón – (Postales de Leningrado – Venezuela – 35mm, 90 min, COR, 2007, 14 anos)

 Uma jovem guerrilheira da FALN deve dar à luz na clandestinidade. Mas sua filha é a primeira a nascer no Dia das Mães e sua imagem aparece em todos os jornais venezuelanos daquele dia. A partir deste momento, ambas serão obrigadas a fugir. A menina, narradora do filme junto com seu primo Teo, reinventa a realidade ao seu redor, criando uma série de jogos, histórias e fantasias em que eles aparecem como super-heróis e guerrilheiros. No entanto, esses jogos não podem esconder as torturas, mortes e desaparecimentos que aconteceram no país naquele momento.

 

QUASE DOIS IRMÃOS, de Lucia Murat – (Brasil – 35mm, 102 min, COR, 2004, 16 anos)

 Nos anos 70, quando o país vivia sob a ditadura militar, muitos presos políticos foram levados para a penitenciária da Ilha Grande, na costa do Rio de Janeiro. Da mesma forma como os políticos, assaltantes de bancos também estavam submetidos à Lei de Segurança Nacional. Ambos cumpriam pena na mesma galeria. O encontro entre esses dois mundos é parte importante da história da violência que o país enfrenta hoje. Quase Dois Irmãos mostra como essa relação se desenvolveu e o conflito estabelecido entre eles. Entre o conflito e o aprendizado, nasceu o Comando Vermelho, que mais tarde passou a dominar o tráfico de drogas do Rio de Janeiro.

 

 

QUE HORAS ELA VOLTA?, de Anna Muylaert – (Brasil – blu-ray, 114 min, COR, 2015, 12 anos)

Val é uma nordestina que deixa sua filha aos cuidados de parentes em Pernambuco para trabalhar como babá numa família de classe alta em São Paulo. Treze anos mais tarde, ela tornou-se uma segunda mãe para o menino Fabinho. A ação do filme começa quando Jéssica, sua filha adolescente vai para São Paulo prestar vestibular. Sua personalidade forte mexe na hierarquia social da família e consequentemente questiona a rigidez dos papéis sociais vigentes

 

TRAGO COMIGO, de Tata Amaral – (Brasil – blu-ray, 90 min, COR, 2016, 12 anos)

Telmo, um diretor de teatro aposentado, foi membro da luta armada durante a ditadura militar e chegou a ser preso por seis meses por conta disso. Porém, ele não consegue se lembrar de nada desse período, além de alguns lapsos momentâneos. Para tentar reativar sua memória e descobrir o que aconteceu, ele decide criar uma peça de teatro. Contando com um jovem elenco de atores, Telmo vai reconstruir a sua própria história.

 

 UM CÉU DE ESTRELAS, de Tata Amaral – (Brasil – DVD, 70 min, COR, 1997, 16 a

Dalva, uma cabelereira e moradora do bairro da Mooca em São Paulo, ganha em um concurso de peteados, uma viagem à Miami. No dia de sua partida, seu ex-noivo invade a sua casa, transformando a ela e sua idosa mãe em reféns de seu desespero.

 

**** Biografia das diretoras

 

ARGENTINA

Lucrecia Martel

É uma diretora argentina. Realizou diversos curtas-metragens, entre eles o premiado Rey Muerto (1995). Dirigiu os longas-metragens La Ciénaga (2000) vencedor do prêmio de melhor Opera Prima no Festival de Berlim, La Niña Santa (2004), selecionado para a Competição Oficial do Festival de Cannes e La Mujer sin Cabeza (2007), também selecionado para a Competição Oficial do Festival de Cannes.

PERÚ

Claudia Llosa

É a cineasta peruana mais representativa de seu país.

Seu primeiro filme Madeinusa (2006), foi selecionado para a Competição Oficial do Festival de Sundance e ganhou o prêmio FiPRESCI do Festival de Rotterdam, entre outros.

Com seu segundo longa-metragem La Teta Asustada (2009), alcançou reconhecimento por todo o mundo.

Entre muitos prêmios, o filme ganhou o Urso de Ouro do Festival de Berlim e foi indicado ao Oscar por melhor filme estrangeiro em 2010.

 

VENEZUELA

Mariana Rondón

É uma diretora, roteirista e artista plástica venezuelana. Entre suas obras se destacam seus filmes, Postales de Leningrado (2007), ganhador do grande prêmio Abrazo no Festival de Cinema de Biarritz e Pelo Malo (2013), grande vencedor do Festival de San Sebastián 2013.

 

PARAGUAI

 Paz Encina

É uma roteirista e diretora paraguaia. Realizou os curta-metragens La siesta (1997), Los encantos del Jazmín (1998) e Supe que estabas triste (2000).

Estreou na direção de longas com o filme Hamaca Paraguaya (2006), com o qual ganhou o prêmio FIPRESCI no Festival de Cannes em 2006 e o prêmio da crítica na Mostra de Cinema de São Paulo.

 

 

 

 

CHILE

 Marialy Rivas

É uma das mais promissoras cineastas e roteiristas chilenas.

Seu curta-metragem Blokes (2010) foi selecionado para a Competição Oficial do

Festival de Cannes e foi selecionado por mais de 50 festivais ao redor do mundo.

Joven y alocada (2012), seu primeiro longa-metragem, ganhou o prêmio de melhor roteiro no Festival de Sundance.

 

BRASIL

 Anna Muylaert

É uma roteirista e diretora de cinema e televisão brasileira.

Como roteirista participou das equipes de criação dos programas Mundo da Lua (1991), Castelo Rá-tim-bum (1995) e Um menino muito maluquinho (2006).

Como diretora, dirigiu vários curtas-metragens, e os longas-metragens Durval Discos (2002), É Proibido Fumar (2009), Chamada a Cobrar (2012), Que Horas Ela Volta? (2015) que ganhou prêmios nos festivais de Sundance e Berlim e foi o indicado brasileiro a uma vaga ao Oscar 2016 e Mãe só há uma (2016) também selecionado ao festival de Berlim.

 

Tata Amaral

É uma das mais importantes realizadoras do cinema brasileiro contemporâneo.

Em 1997, realizou seu primeiro longa-metragem, Um Céu de Estrelas, premiado nos festivais de Brasília, Havana, entre outros e considerado pela crítica um dos filmes brasileiros mais importantes da década. Seus outros longas-metragens; Através da JanelaAntônia e Hoje recorreram diversos festivais, ganhando importantes prêmios pelo Brasil.

 

Laís Bodanzky

É uma cineasta e roteirista brasileira. Estreou na direção de longas-metragens

com o filme O Bicho de Sete Cabeças, premiado em diversos festivais pelo

Brasil e pelo mundo. Seu segundo filme, Chega de Saudade ganhou o grande

prêmio do público no Festival de Cinema de Brasília. As melhores coisas do mundo, seu último longa-metragem, foi o grande vencedor do Festival de Recife em 2010.

 Lúcia Murat

É uma cineasta brasileira. Foi presa e torturada nos porões da ditadura militar no Brasil, e essa experiência exerceu forte influência em sua obra.

Na década de 1980, Lúcia passou a se dedicar ao cinema e dirigiu diversos filmes. alguns deles abordam a temática da ditadura militar, como Que bom te ver viva (1989), Quase dois irmãos (2004), e A memória que me contam (2013), este último inspirado na vida da também militante e amiga de Lúcia, Vera Silva Magalhães.

 

***Saiba Mais sobre as curadoras:

 

Andrea Armentano

Cineasta, produtora e pesquisadora independente. Formada em cinema pela FAAP e em roteiro e direção de atores pela New School for Drama (Nova Iorque). Participou com o seu primeiro curta-metragem “Separação” de festivais no Brasil e no exterior como Cinesul, Mostra ABC, Festival Inconfidentes, Festival de Cinema de Rosário (Argentina), entre outros. Como produtora realizou as exposições, Red Bull House of Art, 17º e 18º Festival Sesc_Videobrasil, Labmovel, Vivo ArtMov, entre outras.

De Maio a Julho de 2015, a mostra “O Olho que Espia, uma Retrospectiva de Leopoldo Torre Nilsson” foi realizada nos CCBB’s de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília sob sua curadoria e de Sofia Torre.

Atualmente desenvolve o roteiro de seu primeiro longa-metragem e a curadoria e produção da mostra “Mulheres em Cena”, também em parceria com Sofia Torre.

 

 

 

Sofia Torre

É a quarta geração de cineastas de sua família. Seguindo a tradição familiar, assistiu seu pai em muitos de seus filmes. Estudou cinema na Escola Nacional de Experimentação e Realização Cinematográfica de Buenos Aires. Se dedica também a montagem e animação cinematográfica.

De Maio a Julho de 2015, a mostra “O Olho que Espia, uma Retrospectiva de Leopoldo Torre Nilsson” foi realizada nos CCBB’s de São Paulo, Rio de
Janeiro e Brasília sob sua curadoria e de Andrea Armentano.

Atualmente desenvolve o roteiro de seu primeiro longa-metragem e a curadoria e produção da mostra “Mulheres em Cena”, também em parceria com Andrea Armentano.