O CineFreak teve acesso ao  episódio piloto da nova série do Flash, antes da sua exibição oficial.

O episódio introduz o personagem, dando continuidade aos acontecimentos vistos em Arrow, nos episódios que introduziram Barry Allen ao público. O raio que atingiu Allen não teve resultado imediato, na série nova, o acidente iniciou um processo, que não só afetou Barry Allen, mas foi responsável pela criação de vários meta humanos (termo usado pela primeira vez em séries da DC).

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O tom da série difere do tom de Arrow, mas segue uma mesma linha temporal e narrativa, evidenciando que existem em um mesmo universo e plano temporal, além de vários easter eggs mostrarem que este universo é mais amplo do que imaginávamos e que teria ligação com o universo cinematográfico da DC.

Grant Gustin constrói um Barry Allen/Flash mais “up” do que o Arqueiro Verde de Arrow, otimista e alegre, contrasta com a versão mais realista dos heróis da DC no cinema e TV, mas se encaixa bem, diferenciando-se do Lanterna Verde de Ryan Reynolds.

Os personagens periféricos são bem construídos, baseados nas versões dos quadrinhos, mas que na série, ganharam facetas diferenciadas e mais independentes, sem fugir da fonte de origem.

O próprio Flash/Allen difere da sua versão dos quadrinhos, em muitos detalhes, mas não perde por isso, acresce densidade e tons ao personagem.  As ligações com Arrow são evidentes e mostra com isso a tentativa da Warner de unificar seu universo. Resta saber se Gustin será o Flash no futuro filme da Liga da Justiça, unindo assim todo o universo da DC.

O episódio foi bem escrito, bem produzido, com efeitos especiais muito condizentes com o universo do herói. O CineFreak recomenda a nova série do Flash.

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