Em sua 8ª edição, o In-Edit Brasil – Festival Internacional do Documentário Musical, que acontece de 07 a 18 de setembro, em São Paulo, faz uma homenagem ao premiado diretor britânico Tony Palmer e celebra a diversidade musical através dos 57 títulos selecionados especialmente para esta edição.
Os filmes e atividades paralelas do festival – que ganhou em 2015 o Prêmio APCA de melhor Projeto Especial em Música Popular e Prêmio Guia da Folha | Folha de S.Paulo como Melhor mostra de Cinema pelo Voto Popular – acontecem no Cinesesc, Spcine Olido, Spcine Lima Barreto (CCSP), Cinemateca Brasileira, Cine Matilha e em 6 CEUs do Circuito Spcine.

O evento abre no dia 07 de setembro numa cerimônia para convidados, e também para o público, com a première nacional do longa Eat That Question – Frank Zappa in His Own Words, de Thorsten Schütte. O filme, que retrata intimamente o músico Frank Zappa – considerado um dos maiores gênios da musica de todos os tempos – será exibido às 20h30, no CineSesc. (Retirada de ingresso 1 hora antes, sujeito à lotação da sala).

Já o grande homenageado e convidado nesta edição é o premiado diretor britânico Tony Palmer. Um dos diretores mais aclamados e considerado um dos pilares do documentário musical da BBC, Palmer é também uma testemunha ocular de diversas fases musicais que registrou. O festival apresenta 8 títulos selecionados em parceria com o diretor, de artistas como Beatles, Maria Callas, Leonard Cohen e Cream. Presença confirmada no festival, o diretor vem ao Brasil para apresentar seus filmes e participar de uma MasterClass no dia 16/09, sexta, às 18h30 no Cine Matilha, com entrada gratuita.

Os quatro cantos do Brasil estão bem representados no PANORAMA NACIONAL, que exibe um total de 27 títulos, entre longas e curtas metragens.

Na Competição Nacional, um total de 5 títulos inéditos no circuito comercial. O vencedor desta edição – que será definido por um júri de profissionais do cinema e da música – entrará no circuito In-Edit de festivais.
Na disputa, o inédito Waiting for B., de Paulo César Toledo e Abigail Spindel, que mostra a saga dos fãs brasileiros da cantora Beyoncé; Xingu Cariri Caruaru Carioca, de Beth Formaggini, que viajou com u músico Carlos Malta pelo Brasil; Danado de bom, de Deby Brennand, sobre João da Silva – parceiro de Luiz Gonzaga em diversos sucessos; Pedro Osmar, prá liberdade que se conquista, de Eduardo Consonni e Rodrigo T. Marques, sobre o multiartista paraibano Pedro Osmar; e BRASIL HEAVY METAL: um filme, um sonho, uma declaração de amor ao metal brasileiro, de Ricardo Michaelis, que faz uma bela homenagem ao heavy metal brasileiro.
Já na Mostra Brasil, uma seleção com 8 títulos contemporâneos de grande força expressiva, como Rogério Duarte, o Tropikaoslista, de José Walter Lima, que conta a vida de uma das figuras mais importantes da Tropicália, morto em 2016, e intelectual influente da contracultura da década de 1960; Guerrilha – A Trajetória da Dorsal Atlântica, de Frederico Neto e Alexander Aguiar, que retrata um dos nomes mais poderosos do heavy metal brasileiro; Time Will Burn, de Marko Panayotis e Otávio Sousa, que reúne bandas do underground brasileiro dos anos 90; Coragem, de Sebastião Braga, sobre o músico Felipe De Luna; Além dos palcos e mais além, de Gabriel Rosa, sobre o coletivo multimídia Viajarte; Marrabenta, os sons de Moçambique, de Victor Lopes, que conta a história do marrabenta, o ritmo mais emblemático do país; Violeiro de Samba de Charles Exdell, a música e cultura do Recôncavo Baiano; Violão-Canção: Uma Alma Brasileira, direção do músico Chico Saraiva, que encontra sete mestres do violão para compartilhar suas experiências.

Outros 7 títulos nacionais em lançamento estão na mostra Brasil.doc. São eles: Balanço do rock: a mais tribal de todas as festas, de Robson Fonseca; Funk Brasil: 5 visões do batidão de Cavi Borges, Luciano Vidigal, Marcelo Gularte, Rodrigo Felha, Julio Pecly, Paulo Silva e Christian Caselli; Baile para matar saudades, de Érica Giesbrecht; Convicto, de Sergio Gagliardi; Quando Querer é Poder_1 olhar de Ruth Slinger, de Ruth Slinger, Histórias de Marabaixo, de Sendro Serpa e Bel Bechara; e Do Corpo à Caxirola, de Sophia Mídian.
A programação nacional conta ainda com 8 títulos na mostra Curta um Som. São eles: Nixpu pima – Rito de passagem Huni Kuin, de Pãteani Huni Kuin; Entre o traço e a luz, de Zeca Ferreira; Nelson dos Santos, de Paulo Silver e Albert Ferreira; O Trovador, o Cabra e os Mundos, de Marcia Paraiso; Mestres Praianos do Carimbó de Maiandeua de Artur Arias Dutra; Filme em fúria, de Nana Maiolini; A Batalha de São Bráz, de Adrianna Oliveira; e De carona com a Fábrica de Animais, de Edson Kumasaka.
Na sessão Especial, o documentário Ariel – Sempre Pelas Ruas, de Marcelo Appezzato, que retrata um dos pioneiros do Movimento Punk no Brasil, Ariel Uliana Junior, vocalista da banda Invasores de Cérebros – formada por integrantes que vinham de outras formações pioneiras como Restos de Nada, Inocentes e M-19, encerra o Panorama Nacional.
Várias pré-estreias de longas-metragens no aguardado PANORAMA INTERNACIONAL. No total, são 20 títulos, dos quais 18 inéditos no Brasil.
Entre os destaques estão Zonda – Folclore argentino, do cineasta espanhol Carlos Saura, que retrata o folclore da Argentina através do encanto de sua música e de sua dança. Em The Blueblack Hussar, o diretor Jack Bond, mostra o retorno de Adam Ant – astro da cena post punk-new wave, que teve sua carreira interrompida por problemas mentais.

O aclamado diretor Julien Temple faz uma grande homenagem a Wilko, guitarrista banda Dr. Feelgood, em The ecstasy of Wilko Johnson, a quem considera a essência do rock and roll. A banda The Jam é retratada no documentário The Jam: about the young idea, de Bob Smeaton, desde a evolução do trio, a personalidade genial de Weller e por que o grupo não se reúne mais.

Desde do ano 2000, o consagrado violoncelista Yo-Yo Ma tem reunido músicos do mundo inteiro para trocar experiências e criar uma música universal que recolha o maior número de influências possível. O resultado está em The Music of Strangers, Yo-Yo Ma And The Silk Road Ensemble, de Morgan Neville. Em They Will Have to Kill Us First: Malian Music in Exile, de Johanna Schwartz, músicos tentam sobreviver e chamar a atenção da comunidade internacional para a situação de Mali, que em 2012 foi dominada pelo Estado Islâmico, que proibiu a qualquer tipo de manifestação artística, incluindo a música.

Numa sessão especial em 3D, os fãs da música pesada serão transportados para o festival de heavy metal mais aclamado do mundo, em Wacken 3D. The Movie, de Norbert Heitker. Já em Everybody’s Cage, a diretora Sandra Trostel convidou o pianista luxemburguês Francesco Tristano para decifrar a obra Chances, de John Cage. E em I am the blues, o diretor Daniel Cross, faz um passeio pelo Rio Mississipi para conhecer como está hoje o berço do blues.

Narrado por Fela Kuti (em gravação de 1982) e Neneh Cherry, Fonko, de Lamin Daniel Jadama, Lars Lovén e Göran Hugo Olsson, nos leva ao nascimento de uma nova África. Com voz idêntica ao do rei do rock, Jimmy Ellis, ou Orion, dublê de Elvis, ajudou a confundir e enganar muita gente. A história pode ser conferida em Orion: The Man Who Would Be King, de Jeanie Finlay. No doc My Buddah is Punk, de Andreas Hartmann, o jovem Kyaw Kyaw tenta desenvolver a cultura punk em Myanmar promovendo shows, debates e festivais, gritando contra a repressão e profetizando os fundamentos do movimento.

A história da banda X Japan, idolatrada em seu país e na ativa há mais de duas décadas com seu Heavy Metal melódico e seu visual extravagante, pode ser conferida no documentário We are X, de Stephen Kijak. Já em The Jones Family Will Make a Way, o diretor Alan Berg mostra a saga do bispo Fred Jones e sua família, o caminho do sucesso. E o filme Theory of Obscurity: a film about The Residents, de Don Hardy Jr, retrata o anti-grupo The Residents, expoentes da música experimental.

Para completar o panorama internacional, os filmes Mavis!, de Jessica Edwards, sobre a cantora Mavis Staples – do Staple Singers – que é uma das vozes mais poderosas e emblemáticas da música negra norte-americana; 15 Corners of the World, de Suzanna Solakiewicz, sobre o trabalho cientista polonês Eugeniusz Rudnik no lendário Estúdio Experimental de Rádio Polonês; Cool Cats, de Janus Køster-Rasmussen, que descreve o período em que os jazzmen Ben Webster e Dexter Gordon foram morar em Copenhague, Dinamarca entre os anos 60 e 70; e Esto es lo que hay, de Léa Rinaldi, sobre Los Aldeanos, grupo de hip-hop mais perigoso de Cuba.

O IN-EDIT Brasil traz ainda uma série de ATIVIDADES PARALELAS com shows das bandas Fábrica de Animais, Pin-Ups e Invasores de Cérebros; apresentação do músico Chico Saraiva; MasterClass com o homenageado Tony Palmer, Feira de Vinil e o seminário 3 X Documentário Musical, uma série de conversas com o jornalista especializado em música brasileira Marcus Preto, com realizadores de documentários musicais em três diferentes versões.

Uma realização da In Brasil Cultural, do Sesc, Governo do Estado de São Paulo, Secretaria da Cultura, o festival conta com patrocínio master da Riachuelo, patrocínio da Petrobras, copatrocínio da Papaiz, da Spcine e da Prefeitura de SP. Parcerias de Mídia da Folha S.Paulo, Trip, Canal Brasil e Spotify. Patrocínios realizados através do ProAC ICMS.
Mais informações podem ser acessadas no website do festival
http://www.in-edit-brasil.com/
https://www.facebook.com/ineditbrasil

ABERTURA
O evento abre no dia 07 de setembro numa cerimônia para convidados, e também para o público, com a première nacional do longa EAT THAT QUESTION – FRANK ZAPPA IN HIS OWN WORDS, de Thorsten Schütte. O filme, que retrata intimamente o músico Frank Zappa – considerado um dos maiores gênios da musica de todos os tempos – será exibido às 20h30, no Cinesesc, com distribuição de ingressos com 1 hora de antecedência. (Sujeito à Lotação).

HOMENAGEM TONY PALMER
O grande homenageado e convidado desta edição é o premiado diretor britânico Tony Palmer, um dos mais aclamados de documentário musical de todos os tempos. Ganhou mais de 40 prêmios internacionais, incluindo o “Prix d’Itali”, um dos mais cobiçados da televisão, sendo o único que levou três vezes esse prêmio. Testemunha ocular de diversos períodos musicais, Palmer juntou-se à BBC ainda na época da faculdade, resultando numa parceria sólida e de grande importância para o arquivo musical. Durante anos, o diretor registrou o trabalho de diversos artistas de diferentes universos musicais.

O festival selecionou 8 títulos – inéditos no circuito comercial – como o documentário sobre Maria Callas (91′ |1987), que foi a maior estrela da ópera no século 20 e teve uma vida à altura. Em All My Loving (52′ |1968), Palmer descreve a situação dos anos 60 em plena ebulição e nos traz um retrato urgente de seguidores e detratores da revolução geracional daquele período.

Já em All Along The Watchtower: Sour Rock (60′ |1977), o diretor analisa o período psicodélico do rock dos anos 70 e suas consequências tanto na contracultura quanto no show business. Em Leonard Cohen: Bird On A Wire (1974), o diretor faz um registro da turnê de Leonard Cohen por 20 cidades europeias. E no documentário Menuhin (1990), o diretor retrata Yehudi Menuhin, considerado um gênio do violino.

Em 2005, Palmer leu um artigo sobre o obscuro filme The Beatles and World War II, de Susan Winslow. Lançado em 1976 e tendo ficado apenas duas semanas em cartaz, a obra trazia uma colagem de filmes antigos e cenas de reportagens de guerra para contar a história da Segunda Guerra Mundial, e ganha agora uma releitura do diretor em The Beatles & W W II (93’| 2016).

Com Eric Clapton na guitarra, Jack Bruce no baixo e Ginger Baker na bateria, o Cream foi a primeira super banda de rock. Em novembro de 1968, os três subiram ao palco do Royall Albert Hall para fazer sua última apresentação. O resultado poderá ser visto em Cream’s Farewell Concert (80′ |1969) numa sessão Open Air, no dia 17/09, sábado, às 20h, na área externa da Cinemateca Brasileira.

Já o curta Tangerine Dream – Live at Coventry Cathedral (30′ | 1975), onde o diretor registra a apresentação da banda alemã Tangerine Dream – uma das grandes expoentes do rock progressivo, será exibido no encerramento do festival, também numa sessão Open Air, no domingo, 18/09, às 20h, na Cinemateca Brasileira.

Tony Palmer confirmou presença no festival. Ele vem ao Brasil para apresentar seus filmes e participar da MasterClass que está programada para o dia 16/09, sexta, às 18h30, no Cine Matilha, com entrada gratuita (retirar o ingresso com 1 hora de antecedência) .

PANORAMA BRASILEIRO
O Festival In-Edit Brasil apresenta uma seleção de 27 documentários contemporâneos no Panorama Nacional, que está dividido nas mostras Competitiva, Mostra Brasil, Brasil.Doc e Curtas.

Competição Nacional

Brasil Heavy Metal: um filme, um sonho, uma declaração de amor ao metal brasileiro (Ricardo Michaelis |2016 |Brasil |135’)
Depois de ter figurado nas listas dos documentários mais esperados do ano por quase uma década, Brasil Heavy Metal finalmente ficou pronto. E a espera valeu a pena!
Com a clareza de quem sabe a história que vai contar, Micka, que foi guitarrista do Santuário e viveu a gênese desse período, recorre a vasto material de arquivo e entrevistas para acompanhar a história de dois adolescentes que descobrem com a música um novo estilo de vida.

Danado de bom (Deby Brennand | 2016 |Brasil | 75’)
João Silva nasceu em Arcoverde, no sertão pernambucano. Criado somente pelo pai depois que a mãe o abandonou, logo descobriu a paixão pelos ritmos nordestinos. Muito cedo decidiu ir ao Rio de Janeiro para conhecer Luiz Gonzaga. Mesmo se estranhando no início com o ídolo, os dois acabaram tornando-se grandes parceiros e amigos. Dessa união nasceram muitos sucessos como Doutor do Baião, Nem se Despediu de Mim, Pagode Russo, entre tantos outros. Hoje ele relembra suas andanças, os momentos doces e amargos e nos apresenta um personagem fundamental da música brasileira.

Pedro Osmar, prá liberdade que se conquista (Eduardo Consonni e Rodrigo T. Marques| 2016 | Brasil | 77’)
Nascido em João Pessoa em 1954, Pedro Osmar é um tesouro artístico que poucos conhecem. Cantor, compositor, multi-instrumentista, poeta, artista plástico e dramaturgo, esse paraibano de mente inquieta começou colocando o mundo do rock do avesso com seu Jaguaribe Carne nos anos 1970 e continua aprontando até hoje.

Xingu Cariri Caruaru Carioca (Beth Formaggini |2015 |Brasil | 92’)
A diretora Beth Formaggini acompanhou o músico Carlos Malta a quatro pontos do Brasil com o objetivo de promover um encontro entre a “cultura popular” e a “cultura pop”. Uma viagem que passou pelo Xingu (MT), Cariri (CE), Caruaru (PE) e terminou na desembocadura do Rio Carioca (RJ), deixando momentos musicais inesquecíveis.

Waiting for B. (Paulo César Toledo e Abigail Spindel|2015 |Brasil |71’)
Quando o assunto é a espera por um grande show, a expectativa dos fãs não tem limites. Em 2013 dezenas de pessoas acamparam em frente ao estádio do Morumbi durante dois meses para ver Beyoncé.

Mostra Brasil

Além dos palcos e mais além (Gabriel Rosa | 2016 | Brasil | 73’)
Viajarte é um coletivo multimídia formado na Chapada dos Veadeiros que realiza espetáculos autorais de forma circense. Música, teatro, performances, poesia e a presença constante da natureza fazem parte de seu mundo.

Coragem (Sebastião Braga | 2016 |Brasil | 72’)
Felipe De Luna dedicou-se firmemente ao violoncelo e ao estudo dos compositores clássicos.Através de um programa social, De Luna conhece Diana Ligeti, uma romena que trabalha em um renomado conservatório em Paris, e vê nele um talento a ser explorado. Dessa relação, estabelece-se uma amizade baseada na excelência musical e na necessidade contínua de superação. Algo que requer muita disciplina e ” coragem”.

Guerrilha – a trajetória da Dorsal Atlântica (Frederico Neto e Alexander Aguiar | 2015 | Brasil | 75’)
Dorsal Atlântica é um dos nomes mais poderosos e respeitados do heavy metal brasileiro.
Formada no Rio de Janeiro no início da década de 1980, a Dorsal, como é mais conhecida, não só fez parte da evolução do gênero no país como também marcou tendência.

Marrabenta, os sons de Moçambique (Victor Lopes | 2015 | Brasil | 70’)
O diretor Victor Lopes e sua equipe foram a Moçambique contar a história do marrabenta, o ritmo mais emblemático do país, e mostrar suas diferentes facetas.

Rogério Duarte, o Tropikaoslista (José Walter Lima, Brasil, 2015 | 88′)
Rogério Duarte, morto em 2016, foi uma das figuras mais importantes da Tropicália e também uma das menos populares.
Artista plástico e agitador cultural, ele foi considerado por muitos um dos mentores intelectuais do movimento. Influenciando Torquato Neto, Hélio Oiticica, Zé Celso Martins e também músicos como Tom Zé, Caetano Veloso e Gilberto Gil, Rogério desenhou algumas das capas mais famosas da época, inspirando uma geração.

Time Will Burn (Marko Panayotis e Otávio Sousa | 2016 | Brasil | 80’)
Se teve alguém que revolucionou definitivamente o underground brasileiro essa foi, sem dúvida, a geração dos anos 1990. Com o País livre da ditadura militar, a chegada da MTV, a multiplicação dos fanzines e o crescente interesse do público por novas sonoridades, bandas como Pin-Ups, Killing Chainsaw, Second Come, entre tantas outras, tomam a cena de assalto e convertem o rock nacional em uma encruzilhada indie com infinitas direções.

Violeiro de samba (Charles Exdell | 2016 |Brasil | 40’)
Jorge é um cara simples. Durante o dia cuida do gado e trabalha na roça para manter a família, mas não abre mão de sua paixão: uma viola de 10 cordas, que pega no fim da tarde para cantar junto à esposa, Lourdes.
Nos fins de semana, ele se reúne com os amigos e se esbalda no samba de roda, no qual canções tradicionais e novas criações se misturam à comida, à bebida e à dança para dar forma a uma das manifestações culturais mais importantes do Recôncavo Baiano.

Violão-Canção: Uma Alma Brasileira (Chico Saraiva | 2016 | Brasil | 30’)
Chico Saraiva encontra sete mestres do violão, João Bosco, Sérgio Assad, Paulo César Pinheiro, Paulo Bellinati, Marco Pereira, Luiz Tatit e Guinga, para compartilhar suas experiências e discutir as particularidades desse instrumento tão popular.

Brasil.DOC
Balanço do rock: a mais tribal de todas as festas (Robson Fonseca | 2015 | Brasil | 70’)
Na Rádio Cultura em Belém (PA) existe um programa que mantém a cena roqueira da cidade em pleno vapor por mais de duas décadas. O Balanço do Rock vem revelando grupos de diferentes vertentes do gênero, com especial atenção aos sons mais pesados, e promovendo o estilo entre os ouvintes.

Baile para matar saudades (Érica Giesbrecht | 2015 | Brasil | 70’)
Nas décadas de 1940 e 1950, os bailes de gala realizados em clubes faziam parte da vida social de muitas pessoas, inclusive entre a comunidade negra. Para reviver esse período, a diretora Érica Giesbrecht reuniu cinco personagens que frequentavam essas festas em Campinas (SP) para entrevistá-los e conhecer mais sobre os detalhes de cada evento.

Convicto (Sergio Gagliardi | 2016 |Brasil | 76’)
A livraria Suburbano Convicto é um dos principais pontos de encontro da literatura marginal em São Paulo (SP). Localizada no bairro do Bixiga, a casa realiza um sarau todas as semanas em busca de novos talentos da poesia e também do flow, a maneira como o ritmo e as rimas se integram no hip-hop. Para organizar e catalisar todos esses talentos, Alessandro Buzo, dono da livraria, incentiva os poetas vindos de todas partes a mostrar suas ideias.

Do Corpo à Caxirola (Sophia Mídian | 2015 | Brasil | 111’)
Nascido de uma pesquisa acadêmica, Do Corpo À Caxirola baseia-se na coleção de instrumentos tradicionais reunidos pela pesquisadora Emília Biancardi para contar um pouco das origens da música brasileira. Através de depoimentos de diferentes músicos e da própria Emília, que vai descrevendo os instrumentos de sua coleção e explicando as relações musicais entre Brasil-África-Portugal, revelando histórias, o documentário mostra um pouco mais sobre a grande riqueza musical no nosso País.

Funk Brasil: 5 visões do batidão (Cavi Borges, Luciano Vidigal, Marcelo Gularte, Rodrigo Felha, Julio Pecly, Paulo Silva e Christian Caselli | 2015 | Brasil | 75’)
O funk carioca é hoje um dos grandes pilares da música popular brasileira. Para entender suas origens musicais, o grupo de diretores foi buscar cinco personagens-chave para esmiuçar a evolução do batidão. Do início nos anos 1970 até os dias de hoje, Furação 2000, Cash Box, MC Magalhães, Menor do Chapa e Lexa contam como começaram, as dificuldades daqueles dias, suas ideias e os detalhes trajetória que os levaram à fama.

Histórias de Marabaixo (Sandro Serpa e Bel Bechara | 2016 | Brasil | 72’)
O ladrão de marabaixo é uma forma musical que conta a origem do povo negro amapaense. Sob o som da caixa de marabaixo, moradores do Quilombo do Curiaú, de Mazagão Velho e dos bairros Favela e Laguinho, de Macapá, cantam versos que “roubam” histórias da realidade, misturando referências religiosas, fatos reais e inventados, críticas bem-humoradas e poesia. Aqui, Sandro Serpa e Bel Berchara, vencedores do In-Edit Brasil em 2013, viajam por uma das zonas menos lembradas culturalmente do Brasil para nos oferecer um retrato musical único.

Quando Querer é Poder_1 olhar de Ruth Slinger (Ruth Slinger | 2016 | Brasil | 75’)
Quando a cineasta Ruth Slinger conheceu o trabalho da cantora e compositora Claudia Dorei e seu projeto JUST PIR3 ficou encantada. Esse consiste em compor uma canção, gravar e fazer um videoclipe por semana durante um ano, levando-as a se encontrarem na casa de Ruth em Piracanga (BA) para mais uma etapa.

Curta um Som 01
A Batalha de São Bráz (Adrianna Oliveira | 2015 | Brasil | 26’)
Nas imediações do mercado de São Bráz, em Belém(PA), vários MCs e fãs da cultura hip-hop se reúnem aos sábados para uma batalha de rimas. Discutindo a ocupação do espaço público e afinando nas rimas, os participantes mandam seu recado.

De carona com a Fábrica de Animais (Edson Kumasaka, Brasil/2016 13min)
A partir de registros de shows e depoimentos dos integrantes e de Luiz Calanca o filme narra a história da Fábrica de Animais. Uma banda solitária, que demora a gravar discos e insiste em composições de rock regadas a blues e soul. Nesta sessão veremos o primeiro corte do filme. Depois, eles farão um show e aproveitarão para filmar tudo.

Entre o traço e a luz (Zeca Ferreira | 2016 | Brasil | 12’)
Através de fotos e memórias do fotógrafo Marco Aurélio Olimpo, o diretor Zeca Ferreira realiza um ensaio poético através da imagem de grandes nomes da MPB.

Filme em fúria (Nana Maiolini | 2016 | Brasil | 25’)
A revista Balão foi um marco na cultura underground brasileira na década de 1970. Além de abrir espaço para nomes que mais tarde brilhariam nas grandes editoras, como Luiz Gê, Laerte, Paulo e Chico Caruso, também facilitou o contato com músicos como Arrigo Barnabé para a criação de novos projetos.

Curta um Som 02
Nixpu pima – Rito de passagem Huni Kuin (Pãteani Huni Kuin | 2015 | Brasil | 32’)
Incentivada por seu pai, Pãteani Huni Kuin torna-se a primeira cineasta de sua tribo. Enquanto ela registra o dia a dia de sua família, ele se preocupa em entrevistar os mais velhos, enquanto planeja uma festa de batismo tradicional Huni Kuin.

Nelson dos Santos (Paulo Silver e Albert Ferreira | 2015 | Brasil | 19’)
Nelson dos Santos é um sujeito muito simples, sem instrução e que descobriu o violino aos 54 anos vendo TV na casa de um conhecido. Fascinado por aquele som, decidiu fazer sua própria rabeca e aprender a tocar.

O Trovador, o Cabra e os Mundos (Marcia Paraiso | 2013 | Brasil | 26’)
Antônio Ribeiro da Conceição, o Bule-Bule, é uma instituição na Bahia. Músico, compositor, escritor e pesquisador, transita por muitos mundos sem perder suas influências culturais do sertão e do Recôncavo Baiano.

Mestres Praianos do Carimbó de Maiandeua (Artur Arias Dutra | 2015 | Brasil | 15’)
O carimbó, também conhecido como praiano, na Ilha de Maiandeua (PA), é uma manifestação musical que vem dos tempos da escravidão e que resiste até hoje. Nesse documentário conhecemos alguns dos seus mestres e suas tradições.

Especial [ 1 Filme ]

Ariel – Sempre Pelas Ruas (Marcelo Appezzato, Brasil/2016, 120 min)
Ariel é um dos pioneiros do Movimento Punk no Brasil. À frente de sua banda Invasores de Cérebros – formada por integrantes que vinham de outras formações pioneiras como Restos de Nada, Inocentes e M-19 – está até hoje combatendo com irreverência e rebeldia as mazelas dessa sociedade. Neste filme, o diretor Marcelo Appezzato reúne testemunhas de todo o Brasil para contar a história de um ícone das ruas.

PANORAMA MUNDIAL
Várias pré-estreias de longas-metragens no aguardado Panorama Internacional. No total, são 20 títulos programados, dos quais 18 inéditos no Brasil.
Docs Internacionais
15 Corners of the World (Suzanna Solakiewicz | 2014 |Polônia | 79’)
O cientista polonês Eugeniusz Rudnik revolucionou vários conceitos musicais com um par de tesouras e quilômetros de fita magnética. Trabalhando no lendário Estúdio Experimental de Rádio Polonês, ele criou inúmeras peças musicais modificando sons naturais.

The Blueblack Hussar (Jack Bond | 2013 | Reino Unido | 99′)
Depois de ter surgido meteoricamente no início dos anos 1980 vendendo milhões de cópias, o astro da cena post punk-new wave, Adam Ant, teve sua carreira interrompida por problemas mentais. Com o fim do “exílio”, que durou mais de 20 anos, ele está cheio de ideias e músicas novas para retornar aos palcos e disposto a reconquistar o mundo.

Cool Cats (Janus Køster-Rasmussen | 2015 |Dinamarca | 83’)
Entre os anos 1960 e 1970, os jazzmen Ben Webster e Dexter Gordon foram morar em Copenhague, Dinamarca. Usando uma riquíssima coleção de imagens da época, muitas delas feitas por Webster, o filme registra a vida de ambos no exílio e nos permite entender um pouco mais sobre esse fenômeno migratório tão comum no mundo jazz.

Eat That Question – Frank Zappa in His Own Words (Thorsten Schütte | 2016 |França, Alemanha | 93’)
Frank Zappa por ele mesmo. O músico, o artista, o cidadão, o pai de família, o personagem. Estão todos aqui. A partir de uma cuidadosa coleção de entrevistas e participações televisivas, o diretor Thorsten Schütte retrata Zappa utilizando suas próprias palavras.
De sua famosa aparição tocando uma bicicleta até suas últimas aparições, acompanhamos a evolução de uma figura genial.

Esto es lo que hay (Léa Rinaldi | 2015 | França, Cuba | 111’)
Los Aldeanos é o grupo de hip-hop mais perigoso de Cuba. Sem atacar diretamente a revolução, eles questionam os princípios de sua sociedade, a falta de liberdade, a censura e os dilemas de um país que viveu isolado por mais de meio século.
Para complicar um pouco mais, entre os integrantes da banda figura Silvito Rodríguez, filho do mítico cantor e compositor Sílvio Rodríguez, símbolo de apoio ao regime.
Nesse delicado jogo de discursos e sussurros, a banda faz shows clandestinos e tem milhares de seguidores, entre fãs e detratores.

Everybody’s Cage (Sandra Trostel | 2015 | Alemanha | 81’)
A cineasta Sandra Trostel convidou o pianista luxemburguês Francesco Tristano para um jogo: decifrar a obra Chances, de John Cage, e realizar um filme a partir disso. Servindo-se de todos os conceitos que o autor utiliza em sua obra, o protagonista nos faz mergulhar nesse universo aleatório, casual e extremamente musical.

Fonko (Lamin Daniel Jadama , Lars Lovén e Göran Hugo Olsson | 2016 | Suécia, Suíça, Alemanha | 90’)
Na África pós-colonial, as cidades se desenvolvem rápido e as mudanças sociais acontecem naturalmente. Enquanto isso, músicos urbanos vão criando sons que têm definido um novo perfil geracional e ajudado a moldar novas identidades locais. Estilos como kuduro (Angola), coupé-décalé (Costa do Marfim), azonto (Gana), entre outros, fazem parte de uma mudança social imparável que vem perfilando o continente para o futuro.
Narrado por Fela Kuti (em gravação de 1982) e Neneh Cherry, Fonko nos leva ao nascimento de uma nova África.

I am the blues (Daniel Cross | 2015 | Estados Unidos | 106’)
Um passeio pelo Rio Mississipi para conhecer como está hoje o berço do blues.
Nesse caminho, músicos aposentados e outros anônimos contam sua relação com o gênero. Das composições, de suas trajetórias ao lado de nomes como Howlin’ Wolf, Muddy Waters ou BB King e das cicatrizes que a vida lhes deixou.

Mavis! (Jessica Edwards | 2015 | Estados Unidos | 81’)
Mavis Staples é uma das vozes mais poderosas e emblemáticas da música negra norte-americana. Como cantora principal do Staple Singers, grupo liderado por seu pai e formado por ela e seus irmãos, Mavis começou no circuito gospel, passou ao soul e ao blues e fez história com suas gravações para o selo Stax, sempre rodeada por sua família. Aos 75 anos, ela não cogita descer do palco e coloca o público de pé por onde passa.

My BuddaH is Punk (Andreas Hartmann | 2015 | Alemanha, Myanmar | 68′)
Kyaw Kyaw é um jovem de 25 anos que está obcecado em tentar desenvolver a cultura punk em seu país, Myanmar: uma nação que ficou fechada durante décadas sob uma ditadura militar e passa no momento por um período de abertura. Nessa empreitada, ele viaja o país promovendo shows, debates, a fabricação de merchandising, feiras, festivais, e toca com sua banda Rebel Riot. Gritando contra a repressão e profetizando os fundamentos do movimento, ele transita entre o messiânico, o líder, o ditador e o fã.

Orion: The Man Who Would Be King (Jeanie Finlay | 2015 | Reino Unido | 86’)
Quando Elvis Presley morreu, em 1977, muito se fantasiou sobre a veracidade de sua morte. Pouco depois, em 1979, uma figura mascarada surge com a mesma voz e um físico muito similar ao do rei. Era Jimmy Ellis, ou Orion. Muito se especulou sobre sua personalidade, sua história e sua lenda. Tinha contrato com a Sun Records, gravou com Jerry Lee Lewis e foi dublê de Elvis em diversas ocasiões, sempre atrás de uma máscara. Com voz idêntica ao do rei do rock, Orion ajudou a confundir e enganar muita gente, mas acabou preso a seu personagem.

The ecstasy of Wilko Johnson (Julien Temple | 2015 | Reino Unido | 91’)
“O que não é curável é suportável”, diz Wilko Johnson, guitarrista da banda Dr. Feelgood, depois de receber um diagnóstico de câncer de pâncreas e uma sentença de um ano de vida em 2012. E assim foi fazer o que mais gostava: tocar! Nesse documentário, Julien Temple faz uma grande homenagem a Wilko, a quem considera a essência do rock and roll.

The Jam: about the young idea (Bob Smeaton | 2015 | Reino Unido | 90’)
The Jam nasceu em meio ao movimento punk e acabou adotado como tal. Seu rock direto e poderoso atraiu a cena, e a banda ganhou seguidores. Formado por Paul Weller (guitarra e voz), Bruce Foxton (baixo e voz) e Rick Buckler (bateria), o grupo se destacava pelos inúmeros hits, a atitude energética e a maneira de vestir.

The Jones Family Will Make a Way (Alan Berg | 2015 | Estados Unidos | 84’)
O bispo batista Fred Jones e sua família tocam há anos em sua igreja.
A banda toca em seu repertório toca Funk, Blues, Soul com muita energia mas seu público fica restrito aos seguidores de sua fé. Decidido a colocar sua família a caminho do sucesso, o Bispo encontra o mais estranho de aliados: Michael Corcoran, um crítico de Rock durão, ateu e que estuda o Gospel.

The Music of Strangers: Yo-Yo Ma And The Silk Road Ensemble (Morgan Neville | 2015 | Estados Unidos | 96’)
Desde do ano 2000, o aclamado violoncelista Yo-Yo Ma tem reunido músicos do mundo inteiro para trocar experiências e criar uma música universal que recolha o maior número de influências possível. Músicos do Irã, da Síria, da Galícia, dos Estados Unidos, da Turquia, entre muitos outros, participam dessa aventura que já passou por 33 países e foi visto por dois milhões de pessoas.

They Will Have to Kill Us First: Malian Music in Exile (Johanna Schwartz | 2015 | Reino Unido | 100’)
Em 2012, o Estado Islâmico tomou a parte norte do território do Mali e impôs uma sharia severa: a proibição a qualquer tipo de manifestação artística, incluindo a música. De um dia para outro, transmissões de rádio e televisão e qualquer tipo de som que não saísse das mesquitas foram proibidos. Longe dali, músicos tentam sobreviver e chamar a atenção da comunidade internacional para a situação do país.

Theory of Obscurity: a film about The Residents (Don Hardy Jr | 2015 | Estados Unidos | 88’)
The Residents é o anti-grupo por excelência. Formado em 1966 em São Francisco, Califórnia, seus integrantes nunca foram vistos com os rostos descobertos, nunca deram entrevistas e nunca se soube quem está por trás de tudo isso. Afirmam através de seu porta-voz que sua filosofia de vida e artística derivam dos estudos do N. Senada, filósofo e compositor bávaro, de quem nunca se teve notícia.

Wacken 3D. The Movie (Norbert Heitker | 2014 | Alemanha | 95’)
Wacken é o festival de heavy metal mais aclamado do mundo. Uma reunião de fãs, bandas e decibéis que marcam todos os anos a pacata cidade de mesmo nome no distrito de Steinburg, na Alemanha. O diretor Nobert Heitker decidiu levar às telas toda a emoção do evento em um filme 3D. Entre a lama, o camping e os excessos, vemos situações engraçadas, histórias comoventes e as filmagens do shows como nunca se viu. Sente na primeira fila e chacoalhe a cabeça o quanto quiser. Wacken está aqui.

We are X (Stephen Kijak | 2015 | Reino Unido, Estados Unidos, Japão | 92′)
A banda X Japan é uma instituição em seu país. Na ativa há mais de duas décadas com seu Heavy Metal melódico e seu visual extravagante, o grupo já passou por diversas formações e colecionou dramas em sua biografia.
Aqui, eles se preparam para um dos momentos mais importantes de sua trajetória: tocar no grandioso Madison Square Garden em Nova York. Mas como as coisas sempre se complicam, seu carismático baterista tem problemas de saúde e periga não poder subir ao palco.

Zonda – Folclore argentino (Carlos Saura | 2015 | Espanha, Argentina | 90′)
Carlos Saura volta a retratar o folclore e desta vez passa pelo interior da Argentina para revelar os encantos de sua música e de sua dança. Entre ritmos e melodias criadas através da miscigenação entre os que ali já estavam e os que vieram de longe, o diretor espanhol coloca em cena toda a sofisticação de seu cinema para registrar momentos mágicos.

PROGRAMAÇÃO PARALELA

PERFORMANCES DOC ALIVE
(Apresentações musicais relacionadas a filmes em exibição)
• FÁBRICA DE ANIMAIS: Sexta, 09/09, 19h, Vitrine do Rock (Galeria Olido).
• INVASORES DE CÉREBROS: Sábado, 10/09, 19h30, Sala Olido (Galeria Olido).
• CHICO SARAIVA: Sábado, 10/09, 20h, Matilha Cultural.
• PIN-UPS: Domingo, 18/09, 21h, Cinemateca – Área Externa. (encerramento do festival)

FEIRA DE VINIL
• FEIRA DE VINIL INÉDIT BRASIL: Sábado, 17/09, 13h a 20h, Cinemateca – Saguão BNDES.

SESSÕES OPEN AIR
• CREAM’S FAREWELL CONCERT: Sábado, 17/09, 20h, Cinemateca – Área Externa.
• TANGERINE DREAM: Domingo, 18/09, 20h, Cinemateca – Área Externa.

DEBATES E PALESTRAS
• MASTERCLASS TONY PALMER: Sexta, 16/09, 18h30, Cine Matilha.

• CONVERSAS | SEMINÁRIO – 3 X DOCUMENTÁRIO MUSICAL
O jornalista especializado em música brasileira Marcus Preto conversa com realizadores de documentários musicais em três diferentes versões.
CineSesc. Grátis. Retirada de ingressos 1h antes.

1. Documentário Musical – O PERFIL: Caetano Veloso, Waldick Soriano, Los Hermanos, Ney Matogrosso, Arnaldo Baptista, Tom Zé, quais os caminhos para capturar a personalidade mais profunda de um músico e construir seu perfil acompanhando sua vida cotidiana, o processo de criação ou a jornada de shows pelas estradas do Brasil. Como desarmar o personagem e captar a real intimidade. Como capturá-lo além das máscaras.
Data: 08/09. Quinta,19h30. | Realizador convidado: Décio Matos Jr.

2. Documentário Musical – A BIOGRAFIA: Músicos como Wilson Simonal, Itamar Assumpção, Sabotage, Dzi Croquettes, Cássia Eller e Titãs, tiveram suas histórias revisitadas. Como reconstruir a história de um músico, vivo ou morto, a partir de material de arquivo e depoimentos. Como escolher os recortes temporais que de fato rendem o melhor filme. O que realmente interessa na vida de um artista.
Data: 15/09.Quinta, às 19h30 | Realizador convidado: Rogério Velloso

3. Documentário Musical – RETRATO DE GÊNERO OU DE UM PERÍODO HISTÓRICO:
A história do punk, do rap, da música cafona. Os festivais da Record, o rock dos anos 90, a Tropicália. Como reconstruir um momento artístico, explicar um movimento estético ou contar a história de um tempo e de um lugar que se tornaram referência para a música feita dali em diante.
Data: 22/09. Quinta, às 19h30 | Realizador convidado: Marcelo Machado

Todas as atividades da Programação Paralela são gratuitas

Serviço:
8º In-Edit Brasil – Festival Internacional de Documentário Musical
07 a 18 de setemrbo de 2016
website oficial: http://www.in-edit-brasil.com/
fanpage oficial: https://www.facebook.com/ineditbrasil

Panorama Brasileiro
Competição Nacional: 5 filmes
Mostra Brasil: 8 filmes
Brasil.doc: 8 filmes
Curtas: 8 filmes

Panorama Mundial
Docs Internacionais: 20 filmes
Homenagem Tony Palmer: 8 filmes

Atividades paralelas
Shows, Debates, Palestras, Feira de Vinil

Locais e ingressos:

Cinesesc
Rua Augusta 2075, Cerqueira César, tel (11) 3087.0500
R$ 12 (inteira), R$ 6 (meia), R$ 3,50 (comerciário)
*Seminário: 3 x Documentário Musical: Grátis. Retirada de ingressos 1h antes.

Cinemateca Brasileira
Largo Sen. Raul Cardoso, 207 – Vila Clementino, tel (11) 3512-6111
entrada franca

Cine Matilha
Rua Rêgo Freitas, 542, tel (11) 3256-2636
entrada franca
* Única sala da cidade que é permitido a entrada de Pets (cachorros) em qualquer sessão.

Circuito Spcine Lima Barreto (Centro Cultural São Paulo)
Rua Vergueiro 1000, Paraíso, tel (11) 3397.4002
entrada franca

Circuito Spcine Olido
Av. São João 473, Centro, tel (11) 3331.8399
entrada franca

Circuito Spcine Meninos
Rua Barbinos 111, São João Clímaco, tel (11) 2945.2561
entrada franca

Circuito Spcine Paz
Rua Daniel Cerri, 1549 – Brasilândia
entrada franca

Circuito Spcine Butantã
Av. Eng. Heitor Antônio Eiras García, 1728 – Jardim Esmeralda
entrada franca

Circuito Spcine Três Lagos
Rua Carlos Barbosa Santos, S/N – Jd Três Corações
entrada franca

Circuito Spcine São Rafael
Rua Cintra Polônio, 100 – Jd. Rio Claro
entrada franca

Circuito Spcine Parque Veredas
Rua Daniel Muller, 347 – São Miguel Paulista
entrada franca

Créditos
Patrocínio Máster: Riachuelo.
Patrocínio: Petrobras.
Copatrocínio: Papaiz, Spcine, Prefeitura SP.
Parcerias de Mídia: Folha SP, Trip, Canal Brasil e Spotify.
Realização: In Brasil Cultural, Sesc, Governo do Estado de São Paulo, Secretaria da Cultura.
Patrocínios realizados através do ProAC ICMS.