PaperFreak da semana – Batman de Adam West

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Os paper toys existem há vários séculos, nascendo com a arte dos Origami (or-i-GA-me). A palavra baseada nas palavras Japonesa Ori(dobrar) e Kami (papel).O Cinefreak tem sua versão, são os PaperFreak.

Os paper toys do presente existem por todo o mundo criados por designers gráficos que buscam mais suportes para aplicar as suas criações.

Os paper toys são urbanos mas não só, recriam personalidades conhecidas e fazem nascer da imaginação dos seus criadores personagens novas, sejam pessoas, animais, seres alienados, a imaginação é o limite…

 

PaperFreak da Semana - Batman da série de tvO PaperFreak desta semana uma homemage a Adam West, que partiu na última sexta feira, o Batman da série de tv de 1966.. Bom Divertimento…

Clique aqui para baixar seu papertoy: PaperFreak da Semana – Batman da série de tv
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Batman  foi um seriado televisivo exibido entre 1966 e 1968, tendo ao todo 60 estórias , sendo cada uma dividida em 2 partes , totalizando 120 episódios . O programa é baseado no personagem homônimo de banda desenhada e narra a luta contra o crime do herói (cujo nome verdadeiro é Bruce Wayne), sempre acompanhado pelo parceiro Robin (alter-ego: Dick Grayson) e auxiliado pelo mordomo Alfred, pelo comissário de polícia James Gordon e pelo chefe de polícia O’Hara.

De forte tom humorístico, é considerado uma “sátira consentida”, pelos aspectos deletérios ao “mito” do personagem. O primeiro deles, segundo a crítica, estava no protagonista: Batman/Bruce Wayne era vivido pelo ator Adam West, visivelmente fora de forma para o papel, em uma fantasia que deixava evidente tal falta de forma. O papel de Robin/Dick Grayson era de Burt Ward, cuja principal marca era iniciar boa parte de suas frases com a expressão “Santo (ou Santa) alguma coisa!” Estas frases foram reaproveitadas nas duas séries animadas produzidas pela norte-americana Filmation na década de 70, e no desenho “Superamigos”, da Hanna-Barbera. As más línguas no mundo inteiro onde a série foi exibida também teorizavam a existência de um envolvimento homossexual entre os dois personagens. Isto se deu primariamente devido a um livro da vida real chamado Seduction of the Innocent (Sedução do Inocente), de Frederic Wertham (que deu origem ao Comics Code Authority).

No livro, o psicólogo afirmava que a dupla dinâmica poderia ser homossexual, dado que Bruce Wayne não era casado e havia adotado um garoto em idade avançada (Dick). A DC Comics veio a público dizer que o personagem não é homossexual, apesar dos subtextos evidentes presentes na série.

Na tele-série exibida nos anos 60 (e mais tarde re-exibida na TV brasileira, pelo canal SBT e depois pelos canais a cabo Fox,FX e mais recentemente pelo TCM (Turner Classic Movies)o ator que interpretava o vilão Pinguim era Burgess Meredith, que anos mais tarde se tornaria mundialmente conhecido ao interpretar Mickey Goldmill, o treinador de Rocky Balboa, nos filmes da série Rocky.

O seriado voltou a ganhar destaque no Brasil em 2003 quando foi difundida na internet uma sátira conhecida como “Filme do Batiman” ou “Batiman Feira da Fruta”, onde um episódio inteiro da série clássica foi redublado com inúmeros palavrões e diálogos inverossímeis. A sátira foi gravada em 1981 e é redescoberta e difundida pela internet desde 2003.

Batima – Feira da Fruta:

Adam West, o ator que deu vida ao Batman da série clássica de TV, morreu aos 88 anos.

West morreu na sexta, 09/06/2017, em consequência de uma leucemia.
Nascido William West Anderson (Seattle, 19 de setembro de 1928), o ator e dublador norte-americano estreou na carreira artística em 1957, no filme Voodoo Island, mas não teve seu nome creditado. Participou e inúmeros seriados de televisão, mas ficou mesmo conhecido pelo papel de Batman na série que foi ao ar de 1966 a 1968.

Trabalhou como dublador, com incluindo Padrinhos Mágicos e Uma Família da Pesada, onde vivia o prefeito de Quahog Adam West.

Na San Diego Comic-Con de 2014, o elenco da série se reuniu para relembrar os bastidores e West brincou que suas pernas teriam sido o segredo para o sucesso do programa. Depois complementou dizendo que “tínhamos a moralidade, o tom de aventura, o POW, o SOC e o elemento satírico que divertia as pessoas à época”. Lembrou também que o uniforme do Homem-Morcego quase foi preenchido por outra pessoa, pois os produtores achava que ele era cômico demais para o papel. “Nosso programa era uma comédia para os adultos e aventuresco para as crianças. Nunca fomos para o grotesco”.

Adam West
A série foi uma grande aposta, pois era a mais cara daquela época já que tinha dois episódios por semana! “Tínhamos 14 horas de trabalho por dia”, relembra. Mas as longas jornadas são todas combustível para boas lembranças agora. “Nós sabíamos desde o começo que estávamos fazendo algo muito especial. A primeira vez que me dei conta que tudo estava indo bem foi quando saí da minha casa em Malibu para comprar comida e cerveja e a mulher do restaurante ficava acelerando: daqui a pouco vai começar o programa do Batman na TV”, disse.

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