Desde 2010, durante a sua apresentação para o público, o novo Dante recebeu mais reações negativas do que positivas dos fanboys da série Devil May Cry. Com o look inspirado no punk inglês das décadas de 1970 e 80, muitos chamaram ele de “emo”.

Mas fanboy é fanboy e reclama de tudo, apesar que alguns andaram dando notas baixas para o jogo simplesmente por causa da aparência do protagonista, sendo que a jogabilidade em si é praticamente a mesma dos outros jogos.

DmC reescreve a série original, fazendo grandes mudanças, como a aparência dos personagens, até detalhes pequenos como a história de origem deles. Dante agora é um nephilin que se junta com seu irmão, que lidera uma facção underground que luta contra o controle subliminar do inferno na Terra, para derrotar Mundus. A série nunca teve uma história épica mas tinha um bom background e o remake faz  jus a fonte.

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A Ninja Theory criou uma história muito interessante, com o inferno controlando os humanos através da TV e de um refrigerante. Dante é menos um anti herói carismático quanto um espertinho fanfarrão.

O sistema de combate flui bem e é bem fácil criar combos longos, mesmo em níveis mais baixos. A dificuldade é algo que alguns questionam, já que Devil May Cry é notoriamente difícil e DmC não massacra você logo de cara, mas a progressão da dificuldade é bem mais simples de se lidar.

No final das contas DmC é um jogo bom, com uma história interessante e um sistema de combate rápido e simples. Vale umas horas perdidas no fim de semana.

ControlFreak - Review da série Devil May Cry

Texto: Bianca Castilho