Em 19 de dezembro de 2012, Kennedy e o roteiristas Michael Arndt, Lawrence Kasdan e Simon Kinberg conversaram com Abrams por três horas. Abrams estava receoso devido suas obrigações com a série Star Trek, que ele revitalizou, e o impacto que o novo trabalho teria em sua esposa e filhos, já que o filme não seria rodado em Los Angeles. Ele também estaria preocupado com a natureza única da saga de Star Wars.

Depois disso, Abrams deu entrevistas dizendo que não estaria no páreo. A aceitação da função teria acontecido em função da capacidade de persuasão de Kathleen Kennedy.

“Aprendi em primeira mão o quão incrível e persuasiva ela é. A questão é que já trabalhara com uma franquia pré-existente. Mas quando conheci Kathy o trabalho se tornou repentinamente tentador”, revelou o diretor.

Como foi a escolha de J.J. Abrams para dirigir o próximo Star Wars

Steven Spielberg, que já havia trabalhado com o diretor, teria sugerido o nome de Abrams para a Lucasfilm.

“Se houve hesitação da parte de J.J., foi a mesma hesitação que qualquer um teria, incluindo a minha própria ao entrar nisso. Que é algo assustador”, confessou Kennedy.

Ela afirmou que o diretor não está necessariamente comprometido com prazo de lançamento para 2015: “Nossa meta é trabalhar o mais rápido que pudermos, mas vamos ver o que acontece. O cronograma que nos importa é acertar a história”.

A produtora conseguiu convencer Abrams em janeiro, depois de passar muito tempo falando sobre o quanto Stas Wars significava e a profundidade da mitologia criada por George Lucas, e como isso se desenvolveria.

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