21ª edição da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, que acontece entre as 11h e as 18h deste domingo, 18/06/2017, na região central da capital paulista, vai contar com a participação de Anitta, Daniela Mercury, Naiara Azevedo, entre outros artistas

 

A estimativa da administração municipal é de que cerca de 3 milhões de pessoas passem pelo evento, que vai percorrer a Avenida Paulista, seguir pela Rua da Consolação e terminar com um show no Vale do Anhangabaú. Esta expectativa de público foi dada pelo prefeito João Doria (PSDB), com ressalva: “se o tempo estiver bom”.

Ao todo, 19 trios elétricos vão compor a festa, patrocinados por instituições e empresas parceiras e a Prefeitura investe aproximadamente R$ 1,5 milhão na infraestrutura do evento, mesma quantia disponibilizada para a edição do ano passado, segundo a gestão Doria.

A festa deste ano foi batizada de Chá da Alice, e estarão presentes Anitta, Naiara Azevedo, Márcia Freire, ex-vocalista da banda Cheiro de Amor, e a cantora amazonense Lorena Simpson.

A patrocinadora ainda promete uma atração especial, que só será divulgada no sábado, véspera da Parada.

Na opinião do prefeito João Doria, a principal atração musical do evento é Daniela Mercury, que estará em outro trio, patrocinado por uma marca de cerveja. “Fico muito feliz que ela tenha aceitado o convite para ser uma das principais, na verdade, posso dizer que, do ponto de vista musical, a principal atração da Parada LGBT”, afirmou o prefeito.

Doria, porém, não acompanhará a apresentação da cantora baiana. Assim como na Virada Cultural, o prefeito não vai participar da festa. Desta vez, por conta de uma viagem, a primeira não-oficial desde que assumiu a Prefeitura. Doria estará em Porto Rico com a família para celebrar os 15 anos da filha Carolina.

A Prefeitura estima que 20% do público da Parada seja composto por turistas. Cerca de 600 mil pessoas que devem sair de outras cidades, estados e até países para participar do evento e movimentar a economia da capital paulista em aproximadamente R$ 45 milhões, conforme projeção de Doria. “Isso se traduz obviamente em renda, emprego e impostos”, disse.

De acordo com o prefeito, considerando também o consumo de residentes da Grande São Paulo, a Parada deve girar um valor ainda maior.